Uma breve despedida de um gênio pra outro.

E eu achando que não dava pra ser mais babaovo fã do Jimmy Fallon.

Esse dia já teria sido especial só por eu ter gravado o dia todo na lendária Toca do Bandido. Tava amarradão. Foi épico trabalhar naquele lugar cheio de história, sentir aquela energia musical que ainda corre viva pelas paredes. Não é todo dia, pensei.À noite, MORTO por estar totalizando mais de 20h de filmagem em dois dias, , pedi pra ser substituído, pra, pelamordedeus, não emendar fotografando dois shows porrada já cheio de dor no corpo… Mas, choradeiras à parte, não teve jeito, tinha que ser eu. Tava inconsolável, mas só até chegar lá… Aí tudo mudou. O cansaço passou, o bundo rufou, me senti um mulek denovo. A adrenalina de ver um show de uma banda que você ama é, até hoje, uma das melhores sensações que eu consigo imaginar. Não tem igual.E fiquei mais amarrarão ainda por ter trabalhado junto, me sentido uma pequena parte dessa história. Nunca imaginei que, sei lá quantos anos depois eu faria uma foto dos tradicionais saltos do Rodrigo, iguais às que eu via nos cds e cartazes quando era garoto.Parece bobeira né? Que seja, foi demais. O dia/noite já estava mais do que especial, mas… Na saída, lá pras 3h da manhã, o telefone toca querendo saber porquê eu não estou no jd. botânico num puta churrasco de despedida de um amigo de infância, cheio de amigos igualmente importantes. Minhas pernas me deram um esporro. Me mandaram ir pra casa deitar, falaram que não tenho mais idade e que deveria ter mais juízo, mas meu coração foi firme e contra-argumentou que a vida voa, que os momentos não voltam, que eu tinha que ir. E fui. E vi o dia amanhecer, mais especial do que sempre nesse Rio de Janeiro.Agora, depois do turbilhão, penso que apesar do cansaço tenho mais é que agradecer por ter tanta coisa boa rolando. Penso que, como diz uma grande amiga,"a vida é bem boa, às vezes…"

Esse dia já teria sido especial só por eu ter gravado o dia todo na lendária Toca do Bandido. Tava amarradão. Foi épico trabalhar naquele lugar cheio de história, sentir aquela energia musical que ainda corre viva pelas paredes. Não é todo dia, pensei.

À noite, MORTO por estar totalizando mais de 20h de filmagem em dois dias, , pedi pra ser substituído, pra, pelamordedeus, não emendar fotografando dois shows porrada já cheio de dor no corpo… Mas, choradeiras à parte, não teve jeito, tinha que ser eu. Tava inconsolável, mas só até chegar lá… Aí tudo mudou. O cansaço passou, o bundo rufou, me senti um mulek denovo. A adrenalina de ver um show de uma banda que você ama é, até hoje, uma das melhores sensações que eu consigo imaginar. Não tem igual.
E fiquei mais amarrarão ainda por ter trabalhado junto, me sentido uma pequena parte dessa história. Nunca imaginei que, sei lá quantos anos depois eu faria uma foto dos tradicionais saltos do Rodrigo, iguais às que eu via nos cds e cartazes quando era garoto.
Parece bobeira né? Que seja, foi demais. O dia/noite já estava mais do que especial, mas… Na saída, lá pras 3h da manhã, o telefone toca querendo saber porquê eu não estou no jd. botânico num puta churrasco de despedida de um amigo de infância, cheio de amigos igualmente importantes. Minhas pernas me deram um esporro. Me mandaram ir pra casa deitar, falaram que não tenho mais idade e que deveria ter mais juízo, mas meu coração foi firme e contra-argumentou que a vida voa, 
que os momentos não voltam, que eu tinha que ir. E fui. E vi o dia amanhecer, mais especial do que sempre nesse Rio de Janeiro.

Agora, depois do turbilhão, penso que apesar do cansaço tenho mais é que agradecer por ter tanta coisa boa rolando. Penso que, como diz uma grande amiga,

"a vida é bem boa, às vezes…"

Acordei com essa na cabeça. Sempre me traz ótimas memórias…

Então, nunca achei que fosse conhecer um Ramone, muito menos trocar idéia e muito menos ainda trabalhar com um. Editado e filmado no já consagrado esquema exército-de-um-homem-só, esse aí é um vídeoclip + entrevista com o que rolou de melhor no show do Marky Ramone. Amarradão com o resultado e, pqp, com a experiência. Valeu vida!!!

R.A.M.O.N.E.S

Muitos amigos, muito trabalho, muito orgulho.

No ar, campanha ODDE inverno 2014.

Algumas fotos que fiz do show do planar no maracanã, show de apresentação oficial da taça da Copa do Mundo. E depois perguntam porquê que eu amo tanto Coca-Cola… ;)

Todos. ;)

Todos. ;)

Feriado

Feriado

"amo você que nesse exato instante, me amando ou me odiando, me lê." Cara, que blog é esse? Magnífico!

Muitagradicido. ;)

sentindo sua falta no instagram, jobei
Anonymous

Eu honestamente me esqueço de postar lá. Não ser “seguido” às vezes é mais gostoso do que o contrário… Só as vezes. ;)

Pensando e andando

-Tanta tragédia, corrupção e copa pra entreter meu lado chato crítico e eu só consigo pensar no absurdo que é pintar de branco o muro do Jockey. Passava por ali mais hipnotizado que pirralho lendo playboy. Enfim, anunciaram que é pra “revitaliza-lo”. Não. Não é.

-Marisa Monte - Gentileza

-Terminei How I Met your Mother. Esticaram demais a série, é verdade, mas gostei muito do final. Achei imprevisível, no melhor sentido da palavra. Quem reclama é porquê queria um final feliz de novela, não um que se parece com essa tal de vida. Vou sentir saudades.

-Enquanto não acho uma outra série pra repôr essa lacuna no meu coração horário de almoço, voltei a assistir Seinfeld. Desde a primeira temporada, claro.

-Dilma e sua treta RIDÍCULA da compra da empresa fantasma. Ahhhhh se os brasileiros soubessem tivessem o hábito de ler…

-Não vejo “A arca de noé” e “Capitão América” nem que me paguem o cinema, a pipoca, o taxi e um boqu sorvete. Prefiro mastigar vidro. Com o olho.

-Ainda não vi  300… Tenho que ver 300…

-Queens of the Stone Age no Brasil P&*#$RRA.

-Tô feliz: consegui riscar 5 itens da lista do reveillon 2013/2014. Faltam 95.

-Botafogo 3x0 daqui a pouco. E tenho dito.

-Jimmy Fallon, Family Guy, American Dad e Cleveland show a partir de 23:30. Dá pra ser mais feliz dormir cedo??? Não. Não dá.

;)


Guardo essa imagem pra nunca esquecer do que é feito meu Brasil.Pra não esquecer que 46%, metade da turma, rala muito e dorme pouco pra ganhar HUM MIL E TREZENTOS REAIS. Criar, vestir, educar e alimentar uma família.Beber cerveja. Talvez domingo.
R$1300,00.Pra nunca esquecer o que passa meu povo que enche a barriga com o pão que Brasília amassou. Pra subir toda a escada sem pisar em degraus humanos. Pra não esquecer que sou brasileiro.Que o exemplo faz diferença.Pra não reclamar de barriga cheia. Não vender o que não tem preço.Pra lembrar e repassar os valores que aprendi com meus pais.Minha família.Ver (muito) mais brilho no suor honesto do que no diamante dos porcos.Dos ratos.Das cobras.Não tenho religião, mas acredito em fé. 
Pra não esquecer.

Guardo essa imagem pra nunca esquecer do que é feito meu Brasil.
Pra não esquecer que 46%, metade da turma, rala muito e dorme pouco pra ganhar HUM MIL E TREZENTOS REAIS.
Criar, vestir, educar e alimentar uma família.
Beber cerveja. Talvez domingo.

R$1300,00.

Pra nunca esquecer o que passa meu povo que enche a barriga com o pão que Brasília amassou.
Pra subir toda a escada sem pisar em degraus humanos.
Pra não esquecer que sou brasileiro.
Que o exemplo faz diferença.
Pra não reclamar de barriga cheia.
Não vender o que não tem preço.
Pra lembrar e repassar os valores que aprendi com meus pais.
Minha família.
Ver (muito) mais brilho no suor honesto do que no diamante dos porcos.
Dos ratos.
Das cobras.

Não tenho religião, mas acredito em fé. 

Pra não esquecer.

[CINEMA] 

Saiu um filme daqueles tipo catástrofe-pipoca sobre um ser invisível (um mago aparentemente) que, por julgar que todos no mundo estão errados de acordo com suas ideologias (umas 10 que ele escreveu e deu prum fera divulgar e tal), planeja afogar cruelmente todos os humanos e seres vivos do planeta em uma tempestade dantesca. “Puts, será que é o Dr. Doom?” pensei. Mas não. É pior!!! Em seguida esse ser escolhe um único brother e uma mulher para sobreviverem que, depois de verem seus parentes, amigos e toda a humanidade se afogarem violentamente nas ondas do ser invisível, irão gerar filhos que então casarão incestualmente com seus irmãos de sangue a fim de dar vida a toda uma nova humanidade de primos e irmãos transantes!!!(Mermão, o cara é mais sórdido que Lars Von Trier!!!)rs

Mas não acaba aí. Quando eu já estava achando esse roteiro muito louco demais pra um filme de hollywood (a não ser que fosse o David Lynch, mas mesmo assim… né?heheh), descubro que o mago ainda faz o tal casal, sozinho, construir o maior barco do mundo (por algum motivo o único de todos do universo que funcionaria no tal dilúvio) e, não satisfeito, depois mandaria os dois sairem por aí a pé (a pé mano) para buscar um casal não de uma, não de duas, mas de todas (todas!!!) as espécies de animais do planeta Terra!!! hahahahahah Cara, numa boa, que roteiro é esse? Sério, isso não pode estar certo né? Alguém ganhou muito dinheiro pra escrever esse texto, certo?

Errado. Parece que tem uma galera que vem há um tempo espalhando o boato de que a história é verídica, escrita há milhares de anos por mestres que sabiam TUDO sobre TUDO e davam resposta pra TUDO.

ps:TUDO menos que a Terra é redonda, gira em torno do Sol, que existiram antepassados dos humanos, dinossauros, microorganimos e, bom, pra resumir, não sabiam NADA que a ciência descobriu até hoje. Fora isso, sabiam tudo.

E agora to perdido. Não sei se acreditam mesmo nesse conto ou se é marketing pra divulgar o tal livro/filme, saca? Tá essa boataria meio Bruxa de Blair aí, sei não…
Ainda não li o livro.
Não vi o filme.
Mas duvido que esse mundo de fantasia seja melhor (apesar de mais criativo) que O Senhor dos Anéis, Guerra nas Estrelas ou, porquê não, aquela galera do Tom Cruise.

Sei lá. Vai saber.
Tem maluco pra tudo.
;)


Dicaprio vs Mcconaughey

Fiquei revoltado pelo fato do Dicaprio não ter levado o Oscar. Puto mêmo. Achei sua atuação em Lobo de Wall St., assim como praticamente todo papel que ele se propõs a fazer na vida, fora de série. Não conseguia acreditar que a atuação do saradão-de-hollywood Matthew McCounaughey pudesse surpreender tanto quanto aquele chincheiro explosivo da bolsa de valores… “Não, não é possível” pensei. Dias depois, já recuperado do choque inicial, tracei um plano científico para desmitificar esse resultado: reclamar no ouvido dos amigos até levar um fora/tapa/foda-se e, aliviado, relaxar e tentar assistir com alguma imparcialidade o tal Dallas Buyers Club. 

Blábláblá’s à parte, me ferrei, tive que dar o braço a torcer. O filme é muito, muito bom. Me emocionei até. 
A atuação do Jared Leto? Absurda, melhor atuação de sua vida. Irreconhecível. Óscar mais que merecido.
Quanto a do Matthew Maconei… Então… Não. Cara, não. Nem tanto…

Explicando:

Ele fez sim muito bem o papel de um redneck texano clássico. Denovo: muito bem. Tá lá perfeito o cara racista, matuto, preconceituoso e grosseirão que muda toda sua concepção de mundo após a descoberta de sua contaminação por HIV. Bacana. Mas o redneck dele é exatamente como tem que ser: um estereótipo pronto que, vá lá, todo americano sabe fazer. Afora a transmutação (bizarra, admito) do ator sarado/bonitão/tri-atleta em um ser humano esquelético e deformado, aonde está a grande atuação?

-No choro desesperado no carro (talvez o único momento mais complexo da emoção de seu personagem em todo o filme)?
Não acho. Não há nada nessa cena que não se esperasse de um protagonista em uma superprodução hollywoodiana.

-No trabalho de corpo?
Pense: é tão complexo assim fazer esse roceiro estereotipado? Para um ator mediano não seria, garanto.

-No sotaque de redneck/roceirão?
Não creio. Se sotaque ganhasse Oscar Brad Pitt teria ganho uns oito pela sua excelente construção vocal de um gypsy fanfarrão em Snatch. Mas não, nem ganhou. ;)

Então vamo lá, com calma. Compare esse redneck clássico (pela última vez: muito bem feito) ao lobo excêntrico do Dicaprio, este sim com variadas nuances de desespero, medo, ódio, euforia e, porquê não, mongolice (o que é a cena dele drogado tentando entrar no carro senão épica???heheh). Não creio caro amigo, que a sua conclusão seja menos óbvia:

Dicaprio é melhor, mas seu personagem assim como seu filme, diferentemente de Dallas Buyers Club, não é um filme construído nos moldes de filme-vencedor-da-academia.

Me entenda bem: Dallas é um filme sensacional, indiscutivelmente fora de série com seu roteiro magnífico pautado por violentas e sutis (sim) críticas ao preconceito sexual e às gananciosas políticas de medicamentos dos EUA. É um drama que se passa há 30 anos e nunca foi tão atual com suas bases construídas dentro da oposição do cowboy (símbolo-máximo-do-machismo-e-conservadorismo-americano) e o seu maior “inimigo”: o universo gay. (Vale lembrar que esse recurso “alfinete” de pôr o cowboy-macho-alfa-god-bless-america em situações totalmente opostas não é novo. Foi utilizado há pouco em Brokeback Mountain e, de modo análogo, em Django Unchained)

Mas enfim, Dallas é um filme dramático construído nos moldes do Oscar. Emociona sim, mas não especificamente pelo Matthew, mas pelo todo. Reflita: o papel de Leonardo, assim como todo o genial filme de Scorcese, não é exatamente poético, “dramático”, correto? E você já viu a academia dar o prêmio de melhor ator para, digamos, uma comédia? Pois é, se já aconteceu, posso afirmar sem medo que em 99% dos casos não é bem assim que acontece. Mas beleza, já foi, ok. Não ter ganho um Oscar por não ter se enquadrado no esquema academia não é exatamente uma falha e, cara, na real, caguei.

Em minha opinião, Lobo de Wall Street é infinitamente maior (historicamente falando). Scorcese inovou demais nesse filme. Incorporou dezenas de linguagens comuns apenas em seriados modernos, como o eventual fluxo de pensamento não só do protagonista mas de vários personagens e as geniais mudanças no enredo causadas por falha na memória do locutor (genial). Fora isso me apaixonei pelos detalhes muito sutis e passíveis de interpretações subjetivas, como a cena final do detetive no metrô, a venda da caneta em contraponto à “multidão” (no fim do filme) e, mais que tudo, na relação auto-biográfica da luta do personagem para escolher entre as drogas e o amor (para quem não sabe, Scorcese é assumidamente cocainômano) e… Chega. Para não me alongar (mais), vai aqui o

placar final:

Leonardo DiCaprio 10 x 6 Matthew Mccomoescrevenay.

ps: ainda não vi True Detective, mas acredito sim que por ser (pelo que li) uma série excelente e recente tenha influenciado na memória dos jurados e, consequentemente, na escolha de Matthew para esse Oscar.

ps2: “Se estatueta fizesse diferença pombo não cagava em cima.” Lispector, Clarice. ;B 


Josh Hommes e a banda mais hedonista do planeta tocando o terror nessa minha sexta-feira ensolarada de muito trabalho. ;)